Continuo a procurar-te e não consigo conceber este nível de obsessão que me transtorna e inquieta. Como podemos passar de um estado de paz em que estamos bem com a condição de estarmos sós para de repente nos sentirmos num estado de agonia e inquietação tremendo. Depois de tanto tempo... foi em Dezembro que te vi a última vez. Olho para aquelas pessoas que te substituem e questiono a cada mês quanto tempo faltará mais para voltares. Mas depois e se voltares... congelo! Revolto-me que não vieste à minha procura. Continuo aqui a tentar perceber esta história do apego e do não posso viver sem ti, sem saber para seguir em frente. Sinto saudades de me sentir em paz, sem expectativas mas sobretudo una e estável.
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